segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A avaliação dos resultados


Necessitamos mensurar.
Necessitamos comparar os resultados atuais com os anteriores.
Quando não existe história de registros, criamos uma, com metas razoáveis.
Precisamos de indicadores de desempenho e isto vale para os treinamentos corporativos onde encontramos uma infinidade de propostas de avaliação da efetividade dos treinamentos realizados que se mostram de diferentes maneiras em diferentes segmentos de negócio.
Não existem respostas definitivas sobre o quê usar.
Para alguns, a avaliação imediata da efetividade do treinamento, por vezes, torna-se impossível.
Para outros, a avaliação deve acontecer de maneira gradual através de contínua troca entre aprendiz e instrutor até o limite pretendido.
Existem aqueles que pregam que a melhor avaliação da efetividade de um treinamento deve ser elaborada pelo próprio aprendiz, conforme os seus objetivos.
Diante de um caso real, um problema de rotina a ser resolvido, o êxito em identificar a causa raiz da questão e buscar a solução coroa, para muitos, um treinamento realizado. Mas pode acontecer em situação fictícia, no modelo de estudos de casos e a evidência da efetividade aparecerá com todas as suas cores.
Para avaliação de adultos em treinamento teremos ainda muito a caminhar, de fato, quando tratamos de treinamentos em empresas.
Ainda há também quem acredite que a famosa “provinha” no final do curso sirva para uma boa avaliação.
Vejo que, como qualquer medição acurada, a avaliação não deve ser feita somente sob uma ótica exclusiva, utilizando somente uma ferramenta, mas através de um conjunto predeterminado de avaliações perfeitamente conhecido pelo Aprendiz e em tempos e situações diferentes. Difícil? Possivelmente sim, ... E, seguramente, mais efetivo.

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