Missão Como Espelho da Existência
A missão organizacional costuma ser apresentada como um enunciado fixo, quase sagrado. Mas, sob uma perspectiva andragógica, ela se torna um espelho: reflete não apenas o que a empresa busca, mas também o que cada adulto projeta como sentido de contribuição. A missão deixa de ser um texto institucional e passa a ser uma pergunta filosófica: “O que vale a pena fazer juntos?” Quando o adulto é convidado a interpretar a missão a partir de sua própria história, algo profundo acontece. Ele deixa de ser espectador e se torna coautor. A aprendizagem, então, não é apenas cognitiva; é existencial. Nos treinamentos, essa abordagem gera pertencimento, pois o adulto reconhece que sua experiência não é acessória, mas constitutiva da prática organizacional. A missão ganha vida quando se torna diálogo, não imposição. E talvez esse seja o maior benefício da andragogia: transformar conceitos estratégicos em experiências vividas. Como você interpreta a missão da sua organização a partir da sua própria trajetória?
Carlos Santarem
#missão #visão
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